
Ele tem a chave da minha casa.
Ele sabe onde eu trabalho.
Ele jogou sua estranha companheira de casa, traumatizada mentalmente na minha porta e saiu ao por do sol, em busca da minha irmã desaparecida. Eu quero esquecê-lo. Quero mudar as fechaduras e riscarei o seu rosto, arrancarei seu próprio nome da minha memória. O problema é que eu também preciso dele. Eu preciso dele mais do que preciso de ar para respirar, e eu não posso ficar sem ele agora. Ele é dono de mim. Ele me atormenta. Ele está me fraturando.
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